31 de mai de 2012

Filmes: MIB - Homens de Preto 3 e Para Sempre

MIB - Homens de Preto 3


Sinopse: Em Homens de Preto 3, os agentes J (Will Smith) e K (Tommy Lee Jones) estão de volta... no tempo. J já viu muitas coisas inexplicáveis em seus 15 anos com os Homens de Preto, mas nada, nem mesmo os alienígenas, o deixam tão perplexo quanto o seu parceiro irônico reticente. Mas quando a vida de K e o destino do planeta são colocados em jogo, o agente J vai ter que viajar de volta no tempo para acertar as coisas. J descobre que há segredos no universo que K nunca lhe disse − segredos que se revelarão a medida que ele se junta ao jovem agente K (Josh Brolin) para salvar seu parceiro, a agência e o futuro da humanidade.

Com a carteira de estudante vencida, tive que pagar 18 reais para ver esse filme no dia da estreia, ou seja, tinha que valer a pena. E valeu! MIB - Homens de Preto 3 (Men In Black 3) traz de volta a realidade cômica e muitas vezes nojenta de MIB 1 e 2. Com porções satisfatórias de ação, humor, aventura e drama (sim!), o filme entretém muito bem sem cansar; trazendo "tiradas" inteligentes e um final que irá surpreender muitos (menos eu que sou esperto demais e saquei tudo antes). Homens de Preto 3 é ideal para assistir com os amigos!

É uma pena que Tommy Lee Jones apareça tão pouco no filme, já que na maior parte seu personagem é interpretado por Josh Brolin (que não deixa a desejar), que é o agente K mais novo. É provável que o enredo tenha buracos com todo esse "lance" de voltar no tempo para mudar o presente, mas não procurei achar as falhas nessa questão.
Assista ao trailer do filme:


Para Sempre (The Vow) - Channing Tatum e Rachel McAdams


Sinopse: Recém-casados, Leo e Paige sobrevivem a um acidente de carro que deixa a esposa em coma. Ela desperta com grave perda de memória e o marido tenta de tudo para reconquistar o seu amor.

Terminei de ler o livro Para Sempre (leia a resenha) pouco antes de assistir ao filme inspirado pela história verídica de Kim e Krickitt Carpenter. O que eu não imaginava, apesar de ter visto o trailer, era que o filme seria TÃO diferente. Eles não tiveram o descuido de dizer que o filme era uma adaptação, ou que era baseado, porque não é. Nem os nomes dos personagens são os mesmos. As personalidades de Leo e Paige são totalmente diferentes das de Kim e Krickitt. A forma como Kim e Krickitt se conheceram é muito mais romântica e cinematográfica que a forma como Leo e Paige se conhecem. O relacionamento do casal do filme é muito mais casual, o que considero um ponto negativo para uma história que tende a ser muito profunda.

Um ponto em que o filme ganha do livro é o tempo dedicado a mostrar como Leo reconquista Paige, ou, pelo menos, tenta; apesar de o personagem não tomar atitudes muito inovadoras... Outro ponto interessate é que Paige é distante de sua família, e após o acidente ela volta a querer estar perto deles, até que descobre o que fez com que ela se afastasse deles no passado. É um "mistério" que poderia ser melhor explorado. A personagem Lily (Tatiana Maslany) foi um acerto. Ela é um bom contrapeso para o drama do casal.

De início foi um choque, e eu ficava comparando tudo com o livro. Depois aceitei que seria tudo diferente mesmo, e até gostei das novas circunstâncias. Para Sempre (The Vow) estreia no dia 7 de junho no Brasil, para pegar o Dia dos Namorados por aqui, já que foi lançado em 10 de fevereiro nos Estados Unidos, pertinho do Valentine's Day. Não assista ao filme esperando fidelidade ao livro, porque isso não existe nesse caso.
Assista ao trailer do filme:

29 de mai de 2012

Resenha: Para Sempre, de Kim e Krickitt Carpenter

Para Sempre - Kim e Kirckitt Carpenter (livro)
Sinopse: A vida que Kim e Krickitt Carpenter conheciam mudou completamente no dia 24 de novembro de 1993, dois meses após o seu casamento, quando a traseira do seu carro foi atingida por uma caminhonete que transitava em alta velocidade. Um ferimento sério na cabeça deixou Krickitt em coma por várias semanas. Quando finalmente despertou, parte da sua memória estava comprometida e ela não conseguia se lembrar de seu marido. Ela não fazia a menor ideia de quem ele era. Essencialmente, a "Krickitt" com quem Kim havia se casado morreu no acidente, e naquele momento ele precisava reconquistar a mulher que amava.

Para Sempre
Autores: Kim e Krickitt Carpenter
Título original: The Vow
Editora: Novo Conceito
Avaliação: 4/5


Antes de qualquer coisa, Para Sempre traz, sem dúvidas, uma história incrível, além de verídica. Imagine que você case hoje e está todo(a) apaixonado(a) com seu cônjuge. Vocês passam a lua de mel no Havaí, e dois meses depois sofrem um acidente. Seu cônjuge é lesionado no cérebro e sofre de perda de memória recente. Todo esse sonho (como se conheceram, namoraram, noivaram e casaram) foi esquecido por ele(a). E agora?

A história de Kim e Krickitt Carpenter foi fortemente divulgada pela mídia americana anos atrás, mas eu nunca tinha ouvido sobre ela até assistir ao trailer do filme Para Sempre (The Vow), que estreia no Brasil dia 7 de junho (veja o trailer). De cara, já dá para perceber que o filme não é totalmente fiel aos fatos, mas promete continuar com uma história impactante. A edição do livro publicado pela Novo Conceito está impecável. Só é uma pena que não traga nenhuma foto do casal na vida real como na edição americana.

Primeiro casamento de Kim e Krickitt (Para Sempre)

O primeiro contato de Kim com Krickitt foi por telefone (como, exatamente, não direi, mas foi de uma forma bem curiosa! haha). A partir daí os dois se telefonaram mais vezes, marcaram encontros, e o relacionamento foi avançando até que se casaram. Após dois meses de casados, iam rumo à casa dos pais de Krickitt, em Phoenix, numa viagem de carro, para passar o Dia de Ação de Graças, e sofreram um acidente que mudou completamente suas vidas. Krickitt, após o ocorrido, sofre uma lesão grave na cabeça causando perda de memória recente. Ela não mais reconhece Kim.

 Carro após o acidente (Para Sempre)
‒ Krickitt, quem é seu marido?
Krickitt olhou para mim novamente, e voltou a olhar para o terapeuta. Eu tinha certeza de que todos podiam ouvir meu coração batendo enquanto eu esperava, em meio ao silêncio e ao desespero, pela resposta da minha esposa.
‒ Não sou casada.

Vale a pena conhecer essa história, e é por isso que classifico Para Sempre como um livro muito bom. Apesar disso, poderia ser desenvolvido melhor. O "pré-acidente" é até bem detalhado, mas o fator mais interessante, que é exatamente COMO ele a reconquistou após o acidente, é explorado de uma forma vaga e pobre. O que acaba afetando toda a leitura, já que, como diz na contracapa, "Para Sempre é uma história verdadeira sobre a reconstrução de um casamento." Também faltou mais da visão de Krickitt, que ficou bastante omissa na maior parte do livro.

Kim e Krickitt Carpenter atualmente (Para Sempre)

Para mim, não ficaram dúvidas quanto ao amor de Kim por Krickitt. A fé é um fator forte no relacionamentos dos dois, que já eram cristãos antes do acidente. Para algumas pessoas, pareceu que eles só seguiram em frente por já terem se casado antes, para continuarem no compromisso que tinham feito com Deus. Mas não foi só por isso. Tente imaginar o turbilhão na mente de Kim. É claro que ele amava sua esposa, e foi totalmente motivo por amor + fé para lutar por ela de novo. Desistir seria mais fácil, mas não era isso que ele queria. Ele queria sua esposa de volta, e conseguiu. Não a Krickitt que lembrasse do que tinham vivido antes, mas a Krickitt que o amou. De novo.

28 de mai de 2012

O que influencia uma editora a comprar os direitos autorais de um livro?

Imagem: ISTOÉ (editada)
A revista ISTOÉ dessa semana traz uma matéria muito interessante, e que com certeza irá atrair a atenção dos apaixonados pelo mundo literário.

Você já se perguntou o que influencia uma editora a comprar os direitos autorais de um livro? Será que basta escolher algo que já é sucesso lá fora? Não. Muitas vezes eles arriscam com livros que não foram testados no mercado internacional, e aí está o desafio. É um prazer para os editores ver que uma publicação cujos direitos autorais foram adquiridos por um valor baixo ultrapassou as expectativas de vendas.

Marcos Diego Nogueira, autor da reportagem, entrevistou alguns editores. Eles revelaram que um tema que já é sucesso no país é um fator importante na hora de adquirir novos títulos. Se um tema já vende bem, é mais seguro trazer novos livros que tratem do mesmo tema. Outra fórmula curiosa, mas bastante evidente é a "leia o livro, assista ao filme." É com essa fórmula que Nicholas Sparks vendeu e vende MUITO no Brasil. Mas os editores precisam ter cuidado. Mariana Zahar, da editora Zahar, revelou: “Apostamos nas memórias de uma ativista da África. A promessa era a de que elas seriam escritas por uma jornalista da 'Vanity Fair' e teriam os direitos para filme vendidos para Julia Roberts. Até hoje o livro não aconteceu, e muito menos o filme." Falando nisso... Cadê o filme de Pequena Abelha que seria estrelado por Nicole Kidman?


O contato direto entre editores e agentes proporcionam novas descobertas, e muitos deles também trabalham com os chamados "scouts", olheiros que atuam nos mercados internacionais e dão dicas sobre o que está fazendo sucesso. Ainda assim, nem tudo que é sucesso lá fora é sucesso por aqui. "'O que deu certo nos EUA e no México tem mais chances de repetir o êxito aqui. Por outro lado, livros que venderam 100 mil exemplares na França ou na Itália muitas vezes não chegam a 20 mil no Brasil', diz Soraia, que atribui essa disparidade às diferenças culturais."

O que você acha desses critérios? Eu creio que são válidos, e que as editoras muitas vezes precisam da garantia de êxito. Mas hoje em dia, em meio a toda globalização, é complicado definir um gosto do público leitor. Não é? Talvez um livro que não agradaria a maioria de leitores brasileiros só devesse ser publicado em menor escala. Há muito brasileiro por aí que se encantaria, talvez, por um livro de extremas "diferenças culturais." Assim como uma linda capa, um grande número de exemplares vendidos nem sempre define um bom livro. Vale a pena arriscar em títulos que não foram publicados por aqui, e desfrutar de algo que ainda não está ao alcance do mercado nacional, e talvez nunca esteja. Afinal, um bom leitor não vive de best-sellers.
Clique aqui para ler a reportagem completa.

18 de mai de 2012

Resenha: Tinta Perigosa, de Melissa Marr

Tinta Perigosa (Ink Exchange) - Melissa Marr
Sinopse: Apesar de parecer uma adolescente normal, como tantas outras da decadente cidade de Huntsdale, nos Estados Unidos, Leslie leva uma vida dura: depois da morte da mãe, ela viu o pai decair a ponto de virar um alcoólatra, é obrigada a conviver com o irmão traficante de drogas e trabalha árduas horas como garçonete para poder pagar as contas da casa. A jovem estudante do colégio Bishop O’Connell carrega ainda um terrível segredo, uma violenta tragédia em seu passado recente que a enche de culpa, vergonha, medo e raiva, sentimentos que fazem de Leslie uma candidata perfeita a Garota Sombria... uma posição que nenhuma menina deveria querer. 

Tinta Perigosa
Autora: Melissa Mar
Título original: Ink Exchange
Editora: Rocco
Avaliação: 3/5



Tinta Perigosa é o segundo volume da série Wicked Lovely.
Essa resenha não contém spoilers sobre o primeiro volume.

Nem sei por onde começar... Depois da experiência bem agradável com Terrível Encanto me pego bem confuso com Tinta Perigosa. Em vez de tentar explorar mais a realidade da Aislinn e trazer algumas respostas para as questões anteriores, "Tinta" traz outra protagonista e mais um enredo questionável. Dessa vez o livro não traz citações de lendas irlandesas sobre os seres encantados nos começos de capítulo, o que não coopera para a compreensão mais profunda desse mundo. Eu já falei que "fadas" não é, definitivamente, um tema que me atrai. Ganhei os dois livros da Rocco e quis dar uma chance à história.

Leslie é a nova protagonista da série nesse volume. Ela é amiga de Aislinn da escola Bishop O'Connel, tem 17 anos e passa por um momento difícil em casa (momento esse que seus amigos desconhecem, já que ela esconde). Seu pai se tornou um alcoólatra após a morte de sua mãe, e seu irmão um viciado em drogas. Leslie ainda carrega consigo uma lembrança nada prazerosa que a marcou desde então; e essa lembrança só contribuiu para torná-la um garota mais ferida. Mas ela está decidida a mudar, ela precisa de algo que a faça sentir dona de si, e então decide fazer uma tatuagem, e a partir daí tudo muda.

Leslie não tem a Visão, ou seja, ela não enxerga os seres encantados como sua amiga Aislinn, ela não tem nenhuma noção do que eles são e fazem. Por tudo que passou e passa, Leslie está cheia de sentimentos maus (tristeza, raiva, medo, angústia...), e esses sentimentos atraem a atenção de Irial, rei da Corte Sombria. Através de sua nova tatuagem, feita com uma tinta "sobrenatural", Leslie se conecta a Irial, e se torna fonte de energia para ele e sua corte. Será que ela vai aceitar isso?

Por não ter a Visão, Leslie é muito mais passiva que Aislinn. E é essa passividade que me irrita. Os humanos não passam de peças de jogo nas mãos dos seres encantados? É intrigante a forma como Leslie foi facilmente enganada e envolvida por eles, como uma estúpida qualquer. Isso é uma das coisas que me faz questionar o enredo e esse mundo dos seres encantados. A série continua com muitas perguntas flutuando. Por quê isso? O que há por trás do reino desses seres sombrios e estranhos? Nenhuma resposta concreta.

Talvez você ache que é só pesquisar sobre as lendas nas quais a série foi baseada para achar essas respostas, mas eu acho que uma ficção, quando traz um mundo novo, deve trazer para o leitor uma compreensão boa o suficiente do que esse mundo novo é, sem necessariamente fazer com que ele busque outras fontes, apesar de eu achar plausível que a série gere curiosidade no leitor para as lendas irlandesas (mas eu nem quero e nem tenho paciência para pesquisá-las). Esperemos. É o segundo volume... Vai que essas respostas concretas estejam nos próximo livros. Ou não. Ou a série acaba assim: é isso, você não precisa entender tudo, nem o porquê, aceite essa realidade. DEAL WITH IT. Espero que não!

Apesar dos pesares, continuo a recomendar a série para os interessados nesse tema. Como eu já disse na resenha de Terrível Encanto, vai ser um prato cheio! Wicked Lovely não faz meu gênero, mas ainda conseguiu me deixar curioso por como terminará. Ainda restam mais 3 livros: "Fragile Eternity", "Radiant Shadows" e "Darkest Mercy" (sem contar os contos extras!), que ainda não foram publicados no Brasil.

9 de mai de 2012

Resenha: Terrível Encanto, de Melissa Marr

Terrível Encanto (Wicked Lovely) - Melissa Marr
Sinopse: Desde pequena, Aislinn possui um dom especial – a Visão, que permite que ela perceba os seres encantados que circulam entre os humanos, invisíveis para a maioria dos mortais. Mas, ao contrário do que as histórias infantis sugerem, as fadas podem ser extremamente perversas e egoístas, a ponto de machucarem as pessoas de propósito. Oriundas de quatro cortes – a Corte de Verão, a Corte de Inverno, a Corte Sombria e a Alta Corte – essas criaturas fascinantes têm seus próprios interesses, e é nessa rede de intrigas que Aislinn se vê presa.

Terrível Encanto
Autora: Melissa Mar
Título original: Wicked Lovely
Editora: Rocco
Avaliação: 3/5





Terrível Encanto é o primeiro livro da série Wicked Lovely, conhecida como uma série sobre "fadas". No final das contas é isso mesmo, apesar de a autora usar o termo "seres encantados". Cada começo de capítulo traz uma citação de alguma publicação sobre a mitologia celta e folclore irlandês/escocês, o que ajuda na compreensão progressiva do mundo desses seres.

A protagonista da história é Aislinn. Ela estuda na Bishop O’Connell, na cidade de Huntsdale, nos Estados Unidos, e seria uma adolescente como qualquer outra se não fosse por seu dom da Visão. Aislinn, assim como sua vó e como sua falecida mãe, consegue enxergar os seres encantados, mas lida com isso sob as seguintes regras básicas:

- Não encare os seres encantados invisíveis,
- Não fale com seres encantados inivsíveis,
- Nunca desperte a atenção deles.

Era suportável seguir essas regras enquanto os seres encantados não a percebiam, mas isso muda quando Keenan aparece para Aislinn. Keenan é o Rei do Verão e precisa achar sua "escolhida" para poder tomar o poder de sua mãe Beira, A Rainha do Inverno. Será Aislinn a "escolhida"? Sob o reinado de Beira, o mundo passa por um período aparentemente inacabável de frio. O livro conta que o mundo dos seres encantados interfere na realidade da Terra, nesse caso o clima, mas isso não é muito bem explicado e nem há descrições mais claras sobre a proporção disso.

Confesso que o tema não me atraía e continua a não me atrair muito. Ganhei um sorteio da Rocco no Twitter valendo o segundo livro da série, Tinta Perigosa, e perguntei se poderia receber o primeiro também, já que não tinha lido. Eles foram super gentis e me enviaram os dois livros e alguns brindes. Com os livros em mãos, é claro que eu tinha que lê-los e dar uma chance a série que, provavelmente, eu nunca compraria. 

Apesar da falta de interesse no tema, a minha experiência de leitura com Terrível Encanto foi muito boa. O primeiro livro é bem introdutório ao mundo dos "seres encantados", e até termina com algumas questões não explicadas sobre o mundo deles e suas ações e outros porquês por trás delas... Mas nada agoniante! A protagonista tem uma personalidade e toma decisões bem diferentes do que as mocinhas de outras sagas por aí. Seu amigo Seth, que tem uma importância significativa na história, tem um bicho bem inusitado de estimação! Não vou estragar a surpresa! haha :-) As personagens que mais gostei foram Beira (não significa que eu concorde com o caráter dela) e Donia.

Eu comecei a leitura sem antes ter lido uma sinopse muito profunda, só li o texto breve da contracapa (nem a sinopse da orelha eu li!), e a impressão é de que a autora solta as informações sobre o que os seres são, querem e fazem aos poucos, e foi bacana. Em contrapartida isso não traz uma curiosidade muito grande pelo "o que vai acontecer" a cada fim de capítulo, mas sim uma curiosidade para entender mais sobre do que o livro se trata. Algo que me surpreendeu foi a atmosfera bem sombria da história. Beira é uma rainha má e sarcástica como nenhuma outra! Algumas cenas são bem tensas, o que me fez tachá-lo como um livro relativamente adulto, apesar do evidente teor jovem da história da protagonista.

Dei nota 3 (bom) para o livro, mas recomendo para quem se interessar por esse tema. Vai ser um prato cheio e surpreendente. A narrativa é muito boa e o projeto gráfico e a encadernação são muito bonitos. Estou curioso para ler a continuação, mas fiquei frustrado ao saber que ela traz outra protagonista. Vamos ver o que acontece em Tinta Perigosa...

4 de mai de 2012

Na Minha Caixa de Correio #4





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- Resenha de Marley & Eu
- Resultado da Promoção: DVD Grey's Anatomy - 1ª temporada
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• Chegou:
- Terrível Encanto (Wicked Lovely #1), de Melissa Marr
- Tinta Perigosa (Wicked Lovely #2), de Melissa Marr
- Para Sempre, de Kim e Krickitt Carpenter

• Blog citado:
- Minha Estante 

3 de mai de 2012

[RESULTADO] Promoção: DVD Grey's Anatomy - 1ª Temporada


Antes de tudo, quero agradecer a todos que participaram, e ao superapoio do fã site Grey's Anatomy Brasil. Muito obrigado! :) Então vamos ao resultado da promoção valendo DVD da 1ª temporada de Grey's Anatomy.



A sorteada foi Morgana Marinho, que seguiu todas as regras. Parabéns!
Envie seus dados em até 3 dias para o email musicatvetc[arroba]gmail.com