31 de ago de 2010

31/08 - Dia do Blog

Eu não tinha planos para publicar algo hoje, mas vamos lá, é o dia do blog! \o/ E então... Alguém muito legal teve a ideia de dedicar um dia para os blogs. Mas por que dia 31 de agosto? Se liga no 3108, cabeção! Como assim, você não percebeu a palavra "Bl0g" subentendida? OK, chega de ironia!

Pra mim é um prazer manter um blog; já tive vários desde o final da minha infância até agora na adolescência. É legal ter um espaço na internet para expor minhas opiniões e divulgar o que gosto... Nesse dia preciso indicar outros 5 blogs para vocês visitarem. Confesso que não leio e nem acompanho muitos blogs, mas conheço uns legais e vou deixar os links pra vocês (a maioria já estava ali na sidebar). Antes de finalizar: muito obrigado pelo seu acesso!


Papel Pop (notícias do mundo pop com humor)
Brogui (curiosidades e humor)
Não Salvo (humor)
By Marina (para as meninas)
Tecnoblog (tecnologia)

24 de ago de 2010

#Mistão 001 - Grey's Anatomy, Bela a Feia, Filmes e Sandy


Tenho uns assuntos pendentes que queria comentar aqui no blog, e como acabei atrasando todos eles, resolvi colocar tudo num post só, o #Mistão. A partir de agora esse título servirá para as postagens com diversos assuntos. Hoje é a vez do season finale da 6ª temporada de Grey's Anatomy, o final da novela Bela, a Feia, os filmes Um Olhar do Paraíso e Todos Estão Bem e o maravilhoso CD solo da Sandy, Manuscrito.

Eu comentei ansiosíssimo o SF da 6ª temporada de Grey's em maio, nesse post. O SF foi tudo e muito mais do que esperei, o melhor season finale da série, quiçá de todos os tempos! Com a volta de toda a emoção e fantásticas atuações, como a de Chandra Wilson (Dra. Miranda Bailey), o final traçou um rumo conturbado para a 7ª temporada, que começa no dia 23 de setembro. A personagem April Kepner, interpretada pela atriz Sarah Drew, teve uma ótima participação nos episódios, mostrando que a "Mercy Wester" veio pra ficar. Enfim, maravilhoso, digníssimo e... sinceramente, me faltam palavras!

Em 2 de junho de 2010 foi ao ar o último capítulo de Bela, A Feia, da Rede Record. A novela me agradou, conciliando drama, romance e comédia muito bem. A trama teve um desfecho divertidíssimo com o fim dado à vilã Verônica (Simone Spoladore), de apresentadora de programa infantil na Argentina (sim, numa apologia total à Xuxa), e um casamento "fofo" dos protagonistas Bela (Giselle Itié) e Rodrigo (Bruno Ferrari); pena que foi ao som de uma música sertaneja terrível, algo inesperado já que o par teve, ao longo da novela, cenas ao som da dupla "Jesse y Joy" (a novela me revelou essa grande dupla mexicana), com as músicas Dulce Melodia e Mi Sol, e da música In Your Heart I'm Home, um dueto de Alex Band e Yasmin. Falando nisso, a trilha sonora da novela foi nota 10. No final só faltaram os tapas que a Ludmila (Marcela Barrozo) deveria ter levado por tudo que fez! Ô menina insuportável! Grande mérito para Giselle Itié e Simone Spoladore pelas ótimas atuações, e para Bárbara Borges e todo elenco do salão Montezuma pelas cenas que me divertiram tanto. Me deixou saudades.

Nos últimos meses assisti a dois ótimos filmes de drama (gênero que gosto muito) que entraram para a lista dos meus favoritos: Um Olhar do Paraíso (The Lovely Bones) e Todos Estão Bem (Everybody's Fine). O primeiro é baseado no livro Uma Vida Interrompida, de Alice Sebold, publicado pela Ediouro no Brasil, e conta a história de Susie Salmon assassinada aos 14 anos por um vizinho psicopata. Após sua morte, Susie se encontra num lugar entre a Terra e o Céu, tentando ajudar sua família a achar seu corpo e a descobrir quem a matou. (veja o trailer) O filme tem uma sensibilidade enorme, e trata a angústia da dúvida entre desejo de vingança e o momento de seguir em frente. Um Olhar do Paraíso tem um final surpreendente e atuações que se encaixam perfeitamente. Em Todos Estão Bem, o viúvo Frank Goode (Robert De Niro) marca um churrasco em sua casa para reunir todos os seus filhos, mas de última hora todos cancelam suas idas. Intrigado, o pai decide viajar até as cidades ondes seus filhos moram para saber o que está acontecendo. O filme trata muito bem a questão do pai ausente, dos segredos entre filhos e pais, e das relações familiares frágeis. (veja o trailer) O personagem principal vive num paradoxo: trabalhou numa empresa de fios de telefone, ajudando na comunicação e aproximação das pessoas, mas ele mesmo não vive essa realidade com seus filhos. A história é cativante, e apesar do filme ter um clima tranquilo (talvez visto por alguns como morgado) prende os fãs do drama.

Por último, e não menos merecedor, vamos ao Manuscrito, primeiro álbum da carreira solo da Sandy. O CD tem uma ótima produção, músicas com ótimas letras e sonoridade muito bem construída. Marca um grande início solo para a Sandy, e mostra um amadurecimento enorme da cantora. Se você aprecisa uma boa música, vale muito a pena comprar esse minuscioso e belíssimo manuscrito. Destaque para as músicas - na ordem do disco - Pés Cansados, Ela/Ele, Sem Jeito, Duras Pedras, Perdida e Salva, Dias Iguais (que tem participação da maravilhosa Nerina Pallot cantando em inglês) e Esconderijo.

20 de ago de 2010

Malhação ID: infelizmente, um fracasso

Malhação ID


Foi ao ar hoje, o último capítulo de Malhação ID. A temporada tinha tudo pra dar certo, mas fracassou, como já era, talvez, esperado. A temporada teve Fiuk (Bernardo Oliveira) e Cristiana Peres (Cristiana Araújo) como protagonistas; começou com um ar de novidade e originalidade, focando as diferentes personalidades dos jovens em busca de suas identidades em meio à adolescência.

Ótimos atores? Não se pode esperar por isso em Malhação, pois, como todos deveriam saber, ela é um verdadeiro laboratório de novos atores para a Rede Globo. Mas esta temporada teve um ar mais despojado, mais verdadeiro, com nada muito técnico; acertou trazendo um visual anos 80 e com a ótima trilha sonora com cantores e bandas jovens em regravações de músicas como "Meu Erro", "Lanterna dos Afogados", "Me Chama", "Sonífera Ilha" e "Perdidos na Selva".

Mas então o que trouxe o fracasso pra Malhação ID? A mesmice. Sim, a temporada teve um ótimo começo. A personagem Cristiana tinha uma personalidade forte, era "certinha", mas não levava desaforo pra casa; característica não muito comum nas protagonistas de Malhação, que só levavam na cabeça e eram vítimas de tudo. A rixa entre o casal principal era bacana, e deveria ter durado mais; mas quando os dois finalmente ficaram juntos era cedo, e então aquelas tramas previsíveis da vilã do triângulo amoroso começaram. A chatice inicia aí... Esta temporada estava fugindo do padrão de Malhação de início, mas por algum motivo tudo voltou ao "normal". Eu preferiria que tivesse terminado mais cedo e estivesse bem do que acabar nessa famosa prolongação que estraga toda a história.

Os atores conseguiram se soltar bem, e o clima ficou muito perto da realidade atual dos colégios. Digo isso como adolescente e estudante do último ano do ensino médio. Que escola não tem um Beto, um Reco ou uma Rita? Não houve preocupação de beleza ou padrões estéticos, até porque a temporada abordava exatamente isso, as diferenças. Dou meu grande destaque para a personagem divertidíssima Maria Cláudia, interpretada pela ótima Isabella Dionísio, e a Rita, interpretada pela também ótima Olívia Torres, também teve sua importância. Malhação ID tinha tudo pra dar certo, mas, infelizmente, não deu. É uma pena.

Estou pouco empolgado para a próxima temporada. Pelo que li parece que será boa, mas nada garante nada, já que lá pelo meio ela pode seguir o mesmo rumo da ID e cair na mesmice outra vez...

Se liga:
Tudo sobre a nova temporada de Malhação