8 de jun de 2010

Lady GaGa e Alejandro, Fernando, Roberto



Hitlers modernos (até demais), semi-nus e dançantes. Sim, eles são a atração principal do novo clipe da GaGa, Alejandro! Ele nao foi tão esperado quanto Telephone, mas repercute, afinal é um clipe da Lady GaGa. Confesso que já com o preview eu achei que não ia ser grande coisa, e pra mim não foi.

Não há o que se discutir tecnicamente; there's no way!; mas discuto a essência. Esse clipe deve ter sido feito pensando nos fãs gays da cantora, já que o exibicionismo de homens com um "cabelo cogumelo" (como disse @cjmontag) é intenso, e creio que as mulheres (as normais) não vão achar esses caras nada sexy (sim, não há plural de sexy em português). Eu imaginava algo visualmente parecido, mas nada a ver com o resultado final.

Soldados dançarinos nazistas pra tentar chocar, porque ela quer chocar, afinal Stefani Germanotta era meio estranha, bem tosca e definitivamente não ganhava atenção nenhuma. Usar cruzes e se vestir de freira é extrema apelação e sempre será, venha de Madonna ou qualquer outra. Eu fico do lado da Katy Perry, que alfinetou o clipe hoje no Twitter: "Using blasphemy as entertainment is as cheap as a comedian telling a fart joke.", ou seja, "Usar blasfêmia como entretenimento é tão barato quando um comediante contando uma piada de pum." Elogio a iluminação, o efeito de neve e o capacete ou sei lá o que que me lembrou o Dr. Octopus do Homem-Aranha.

Vou criticar Lady GaGa sempre que preciso. Ela vai ganhar um pouco de respeito meu quando fizer um clipe sem NENHUMA conotação/referência sexual pelo menos. Não nego que curto as músicas, mas não tenho admiração.

Enquanto isso eu apenas a assisto influenciar os influenciáveis. Think about it.

Se liga:
Katy Perry explica que não criticou o clipe de Lady Gaga no Twitter

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